O livro relata
alguns fatos ocorridos entre os pais e seus filhos e entre os professores e
seus alunos no dia – a – dia, onde o autor quer mostrar que é preciso mudar o
relacionamento entre ambos, que a cada dia que passa tem se tornado pior.
O autor mostra que o relacionamento
familiar e o relacionamento na escola estão ligados, pois o relacionamento que
se tem em casa o aluno reflete na escola.
O autor sinaliza que a educação de
nossos sonhos é formar jovens felizes e inteligentes.
Por essa razão a visão do livro é
formar crianças e adolescentes sociáveis, felizes, livres, e empreendedores que
é um belo desafio nos dias de hoje. No qual a solidão nunca foi tão intensa: os
pais escondem seus sentimentos dos filhos, os filhos escondem suas lágrimas dos
pais, os professores se ocultam atrás do giz.
O estresse e a ansiedade fazem parte
da rotina de jovens e adultos. A produção de conhecimento se multiplicou, mas
as novas gerações não estão sendo formadas para pensar e sim para repetir
informações.
Ele mostra que a formação não se
constrói por acumulação, mas através de um trabalho de reflexão sobre as
práticas e de reconstrução da identidade do aluno. Porque na educação isso não
ocorre e faz com que haja uma necessidade do processo de reflexão dos
professores diante de suas ações.
Ele também mostra que é preciso
cultivar a emoção e expandir a inteligência dos jovens. E, para isso, os pais e
os professores precisam de ferramentas para estimular as crianças e os
adolescentes.
O autor também diz que “nossa geração
produziu informações que nenhuma outra jamais produziu, mas não sabemos o que
fazer com elas. Raramente usamos essas informações para expandir nossa
qualidade de vida... Nós nos tornamos máquinas de trabalho e estamos
transformando nossas crianças em máquinas de aprender”.
O autor também coloca que com as
informações que as crianças estão obtendo o conhecimento se multiplicou e o
número de escolas vem se expandindo rapidamente como em nenhuma outra época,
mas mesmo com tudo isso nós não estamos produzindo pensadores.
O autor comenta: “não estamos
educando a emoção nem estimulando o desenvolvimento das funções mais
importantes da inteligência, tais como contemplar o belo, pensar antes de
reagir, expor e não impor as idéias, gerenciar os pensamentos, ter espírito
empreendedor. Estamos informando os jovens, e não formamos sua personalidade”.
Ele informa: ”devemos procurar
soluções que ataquem diretamente o problema. Precisamos conhecer algo sobre o
funcionamento da mente e mudar alguns pilares da educação. As teorias não
funcionam mais. Bons professores estão estressados e gerando alunos
despreparados para a vida. Bons pais estão confusos e gerando filhos com conflitos...
Atualmente não basta ser bom, pois a crise da educação impõe que procuremos a excelência...
Cada hábito praticado pelos educadores poderá contribuir para desenvolver
características fundamentais da personalidade dos jovens”.
E para finalizar o autor informa:
“um excelente educador não é um ser humano perfeito, mas alguém que tem
serenidade para se esvaziar e sensibilidade para aprender”.
O livro mostra o tempo que devemos
mudar o nosso comportamento, atitude, entre outros. Perante aos alunos e também
aos nossos filhos, pois isso está fazendo com que esses jovens não tenham mais
perspectiva e nem esperança na vida. E em sala de aula tudo terá que ser mudado
para que se consiga fazer com que o aluno note que todas as informações que
estão sendo dadas, no futuro farão com que sejam pessoas capazes de poder
caminharem sozinhas e de tomar suas próprias decisões.
Isto só acontecerá se os professores
buscarem ter mais paciência não tentando impor sua autoridade e toda vez que se
encontrar em uma situação difícil tentar buscar um outro caminho sendo por meio
de conversas, brincadeiras, entre outras coisas, para que o aluno perceba e
tente mudar sua atitude compreendendo o professor.
Livro: Pais Brilhantes, Professores
Fascinantes
Autor: Augusto Cury Editora: Sextante
